Vacinação contra a gripe alcança 90% de cobertura no Brasil

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Com base nos dados do Ministério da Saúde, cerca de 53,5 de pessoas do grupo prioritário e mais 5,6 milhões da população geral.

Mesmo com esse porcentual alto, nem todos os integrantes do público- alvo e estados do país cumpriram com os 90% estabelecidos.

Empregados do ramo da saúde, puérperas, idosos, indígenas, idosos, professores e funcionários do sistema prisional estavam incluídos nos grupos prioritários e atingiram a cobertura exigida pelo governo.

Até o início do mês de junho, foram registrados 1.560 casos de gripe com 281 óbitos. Destes, 1.274 tiveram o subtipo identificado: 844 foram casos de H1N1, 211 de H3N2, 69 de influenza A e 150 de influenza B.

Neste ano, o número total de óbitos é menor em relação ao ano de 2018. Na mesma época, a gripe havia matado 335 pessoas. Entretanto, o número de casos de H1N1 aumentou. Ano passado, este vírus estava envolvido com 65% das mortes até a Semana Epidemiológica 21. Em 2019, o aumento foi de quase 10 pontos percentuais.

Entre os estados  brasileiros  está o Amapá com a maior cobertura vacinal contra a gripe, com 100%. Em segundo lugar está Rondônia, com 97%, e Espírito Santo, com 96%. Com o menor índice está São Paulo, com 84%, seguido por Bahia, com 85%, e Rio Grande do Sul, com 86%.

É importante ressaltar, que a vacina influenza não é capaz de causar a gripe, mas sim permitir que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.

A versão da vacina feita para 2019 protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, conforme a determinação da Organização Mundial da Saúde – OMS: H1N1, H3N2 e linhagem B/Victoria/2/87.

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