Febre amarela: o perigo de um novo surto

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A Organização Mundial da Saúde elevou o alerta sobre a febre amarela no Brasil e ampliou a área que é necessária para vacinação de estrangeiros e brasileiros. Para a Organização Mundial da Saúde, o país está com indícios de que uma “terceira onda” de contaminação.

Novos casos da doença foram registrados de julho de 2018 a janeiro deste ano em nove municípios paulistas, além de confirmação de casos no Paraná.

“Embora seja cedo para determinar se este ano terá os altos números de casos em humanos observados nos dois últimos grandes picos sazonais, há indicações de que a transmissão do vírus da febre amarela continua a se propagar em direção ao sul e em áreas com baixa cobertura vacinal”, declarou a Organização Mundial da Saúde, em comunicado.

A recomendação contra febre amarela

A recomendação contra febre amarela por parte da Organização Mundial da saúde é que a vacina seja adotada por quem vai viajar aos estados do: Acre, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Tocantins, Santa Catarina e São Paulo.

A vacina contra febre amarela deve ser aplicada dez dias antes de os viajantes embarcarem para esses destinos. Ressalta-se que uma dose da vacina é suficiente.

Campanha do Metrô de São Paulo de vacinação contra febre amarela

O Metrô de São Paulo está com um posto de vacinação contra febre amarela a na estação Brás, da Linha 3-Vermelha. A vacina será aplicada por agentes de saúde da Prefeitura de São Paulo das 11h às 16h até o dia 28 de fevereiro.

Na CPTM, quem passar pelas estações Brás e Tatuapé também poderá se vacinar, no mesmo horário, até a sexta-feira. Para receber a vacina é necessário levar um documento de identificação.

Fonte: G1

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