Nos planos coletivos por adesão, os beneficiários vinculados à pessoa jurídica contratante de caráter profissional, classista ou setorial legitimadas poderão aderir aos planos de saúde ofertados por ela, nesta modalidade. 

Os documentos minimamente solicitados pela Administradora de Benefícios e pela Operadora de Planos de Saúde, para contratação dessa modalidade de plano de saúde, são:  

1) Da pessoa jurídica de caráter profissional, classista ou setorial: os atos constitutivos/estatuto social; cartão de CNPJ e demais documentos relacionados à pessoa jurídica, além da assinatura do contrato coletivo;

Após firmado o contrato de plano de saúde coletivo por adesão entre a pessoa jurídica contratante e a Operadora de Planos de Saúde, com ou sem a participação da Administradora de Benefícios, é ofertada a possibilidade de adesão aos beneficiários vinculados a pessoa jurídica

2) Dos beneficiários vinculados à entidade que pretendem aderir ao plano de saúde, são exigidos: a proposta de plano de saúde e a declaração de saúde preenchidas, cópia dos documentos pessoais (do titular e dos dependentes, se houver) e a comprovação de vínculo com a pessoa jurídica contratante, de acordo com o seu respectivo estatuto. 

Nos planos de saúde coletivos empresariais podem ser beneficiários os sócios da pessoa jurídica, os empregados, administradores da empresa, demitidos e aposentados na forma dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656 de 1998, os estagiários e os menores aprendizes, e o grupo familiar do beneficiário titular, até o terceiro grau de parentesco consanguíneo, até o segundo grau de parentesco por afinidade, cônjuge ou companheiro. 

Com relação, apenas, às Operadoras, os documentos minimamente solicitados são:  

a) Para a pessoa jurídica contratante:o contrato social da empresa e suas alterações; Cartão CNPJ; Relação das guias de recolhimento do FGTS, informações dos documentos pessoais dos beneficiários titulares e dependentes que vão aderir ao plano; bem como Declaração de saúde preenchida e assinada pelos titulares, se houver cláusula de imputação de Carência Parcial Temporária. 

Se o funcionário tiver sido admitido há menos de 30 (trinta) dias da celebração do contrato coletivo empresarial e ainda não constar da relação de FGTS da empresa, é necessário entregar uma cópia da Carteira Profissional ou do Livro de Registro. 

Caso seja constatado erro ou omissão no preenchimento da proposta de adesão e na Declaração de Saúde (quando exigida), bem como a falta da documentação que comprove a legitimidade para a contratação e a elegibilidade dos beneficiários, a contratação do plano de saúde poderá ser recusado ou ficar suspensa, até que o contratante/aderente (pessoa jurídica ou física) regularize a situação constatada pela Administradora de Benefícios e/ou Operadora de Planos de Saúde